O dia 14 agosto na história de Porto Velho, Rondônia, Brasil e Mundo

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O dia 14 agosto na história de Porto Velho, Rondônia, Brasil e Mundo



O DIA NA HISTÓRIA

Lúcio Albuquerque

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BOM DIA!

RONDÔNIA

1919 – Sob o título “Os perigos do foot-ball” o jornal Alto Madeira noticia a morte, de um atleta de 18 anos, num jogo, atingido por um “violento chute” no estômago.

1940 – O capitão Francisco Barreto Torquato Filho assume o comando da 3ª Cia de Fronteira (PVh). Daí a 2 meses ele receberia o presidente Getúlio Vargas em sua visita a Porto Velho.

1954 – Com seis candidatas, será neste final de semana, no salão de eventos do Guaporé Palace Hotel, da Miss Guaporé que vai disputar o Miss Brasil.

1984 – Sem solução o racionamento de energia elétrica em Porto Velho. 2) Nascido há 100 anos, o poeta Vespasiano Ramos foi homenageado no cemitério dos Inocentes, onde está sepultado. (

COMEMORA-SE

Dia da Unidade Humana. Dia Mundial do Combate à Poluição (ONU). Dia Nacional do Cardiologista. Dia Nacional do Controle da Poluição Industrial.

Católicos celebram São Maximiliano Maria Kolbe, Santo Eusébio, Santo Alfredo, 800 mártires de Otranto.

BRASIL

1983 — Morre Alceu Amoroso Lima (n. 1893), crítico literário, escritor e líder católico brasileiro.


MUNDO

1945 – Com a rendição do Japão, acaba a II Guerra Mundial no Pacífico. 1956 — Morre Bertolt Brecht (n. 1898), poeta e dramaturgo. 2010 – Começam os Iº Jogos Olímpicos da Juventude, em Cingapura.

FOTO DO DIA

O POETA MORREU DE AMOR

“Atestado de óbito assinado pelo médico e prefeito de Porto Velho, Joaquim Tanajura: malária — agravada porque ele estava desnutrido e com cirrose” (1). O morto era o poeta maranhense

Vespasiano Ramos (n. 1884, em Caxias/MA e m. 1916), em Porto Velho, que à época ainda era uma vila de Humaitá, AM). Boêmio e apaixonado por uma dama da sociedade maranhense, Vespasiano decidiu “dar um tempo”, e morreu aqui.

O “Poeta que morreu de amor”, título do livro de Júlio Olivar, lembra que Vespasiano e reconhecido como “precursor da literatura em Rondônia”, e narra sua vida, especialmente o período final de sua curta vida, 32 anos.

“Nele, a poesia manava fluente e simples. E foi a vida toda poeta, muito irmanado a Antônio Nobre, o nostálgico do “Só”. Vespasiano Ramos foi escolhido para patrono da Cadeira nº 32, da Academia Maranhense de Letras”. (2)

Autor de uma obra só, “Cousa Alguma”, o escritor aparece no Mapa Brasileiro de Literatura como o representante de Rondônia, apesar do pouco tempo entre sua chegada e sua morte.

(1) Júlio Olivar, escritor, turismólogo, pesquisador da história de Rondônia

(2) Site da Academia Maranhense de Letras


Fonte: Lúcio Albuquerque

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