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Nos dias 16, 17 e 18 de junho será realizado o “(POR) ELAS PRODUZIDAS!!”



Serão três lives transmitidas gratuitamente no Youtube pelo canal Semear Cultura

PORTO VELHO - (POR) ELAS PRODUZIDAS, é espaço de diálogo sobre dos fazeres (realizações) e afazeres (ocupações) de mulheres (cis/trans/não binárias) para além dos marcadores sociais, de ser mulher e/ou performar mulher nas artes, interseccionalizadas, que produzem de forma estética, poética e política.

Serão 3 (três) lives nos respectivos dias 16, 17 e 18 de junho de 2022 (das 18h30 às 20h00 – horário de RO), transmitidas pelo canal Semear Cultura no You Tube. Diálogos mediados pela artista visual Déba Tacana, que receberá a cada dia duas artistas.

Programação

1ª Live – 16/06/2022– Julie Dorrico (RO) e Georgina Sarmento (RR)

2ª Live – 17/06/2022 – Rafa Correia (RO) e Nanny Ribeiro (MA)

3ª Live – 18/06/2022 – Sandra Braids (RO) e Mara Mattero (AC)

Participações

DÉBA TACANA (RO), é educadora, artista visual e pesquisadora, natural de Rondônia nasceu na fronteira entre Brasil e Bolívia. Tem pai indígena e mãe cigana é fruto de encontros e dispersões. Em sua pesquisa poética investiga a relação entre corpos cerâmicos e corpos ancestrais por meio de deslocamentos, coletas e análise de ficções político poéticas do fogo para entender territórios e etnicidades. Mestra em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Santa Catarina – UDESC/PPGAV e licenciada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Vale do São Francisco /Pernambuco – UNIVASF.


JULIE DORRICO (RO), pertence ao povo Macuxi. Doutora em Teoria da Literatura na PUCRS. Mestre em Estudos Literários e licenciada em Letras Português pela UNIR. É poeta, escritora, palestrante, pesquisadora de literatura indígena. Venceu em 1º lugar o concurso Tamoios/FNLIJ/UKA de Novos Escritores Indígenas em 2019. Administradora do perfil @leiamulheresindigenas no Instagram e do canal no YouTube Literatura Indígena Contemporânea. Curadora da I Mostra de Literatura Indígena no Museu do Índio (UFU). Autora da obra “Eu sou Macuxi e outras histórias” (Caos e Letras, 2019).

GEORGINA SARMENTO (RR), É artista visual indígena pertencente aos povos Macuxi e Wapichana. Licenciada em Artes Visuais pela Universidade Federal de Roraima. Em seu trabalho artístico investiga questões sobre o nu e o corpo feminino através das técnicas de aquarela e bordado.


RAFA BRITO (RO), cursa Licenciatura em Teatro na Universidade Federal de Rondônia, membro ativo do projeto de extensão “Trupe dos Conspiradores: pesquisa e prática em encenação e em atuação” do curso de teatro e membro ativo no “Grupo de Pesquisa e Extensão Espaço para Criações Poéticas” do curso de artes visuais. Atuando ainda com sonoplastia, produção audiovisual e design. Se faz presente dentro diversas produções culturais locais e também propõe eventos independentes voltados para juventude, sobretudo a comunidade LGBTQIA+.

DJ NANNY RIBEIRO (MA), é mulher preta, gorda, sapatão e macumbeira, acredito no poder do matriarcado, e uso a música como elemento de retomada. DJ, designer de som, formada em licenciatura em teatro, desde 2017 desenvolvo um projeto de pesquisa artístico social “Corpas Dissidentes: Potências Políticas para a cena contemporânea”, que investiga a partir de experiências prática, as potencialidades políticas e estéticas de corpos dissidente na cena contemporânea nas artes.


SANDRA BRAIDS (RO), Rapper e compositora. Precursora do rap feminino na cidade de Porto Velho, faz de suas letras musicalizadas uma forma de denunciar as injustiças sociais, raciais, sexista entre outras. Militante no movimento hip hop ganhou espaço trabalhando junto a coletivos femininos a resistência das mulheres em espaços masculinizados tal qual era o hip hop…

MARA MATTERO (AC), Arte educadora, cantora, atriz formada pela Universidade Federal do Acre – UFAC. Compõe o grupo Vozes Boaúma trio formado junto as artistas e amigas Alonita Martinh e Neiva Nara, atuantes no território acreano.



Fonte: Diário da Amazônia

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