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Procissão do Fogaréu, em Goiás, é retomada após dois anos



Celebração nesta quarta-feira (13) deve atrair cerca de 20 mil pessoas

PORTO VELHO, RO - 
Tradicional celebração religiosa na cidade de Goiás, a Procissão do Fogaréu deve ser retomada nesta quarta-feira (13) após dois anos suspensa por causa da pandemia de Covid-19. A expectativa é a de que a festa reúna cerca de 20 mil pessoas, segundo estimativas do secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Rodrigo Santana.

A Procissão do Fogaréu, que passa por diversos pontos da cidade, representa a perseguição sofrida por Cristo. Conforme o governo de Goiás, ela é reconhecida como patrimônio imaterial do estado, sendo realizada há 277 anos.

Os primeiros eventos começam às 17h, quando ocorre a Procissão Fogaréu mirim, em que alunos de várias escolas remontam à perseguição a Cristo.

A celebração mais esperada começa às 23h59 desta quarta-feira. Nesse horário, as luzes da cidade se apagam e, no minuto seguinte, farricocos, como são chamados os perseguidores de Cristo, saem com suas tochas. Entre os locais visitados estão as igrejas do Rosário e de São Francisco.

"Nossa expectativa é de um grande público. Os hotéis e pousadas não têm mais vagas. As famílias estão acolhendo em suas residências todos aqueles que queiram vir de vários cantos do Brasil", disse Santana.

O secretário afirmou que, mesmo com o retorno do evento, a orientação é para que os presentes usem máscara, além de manter os protocolos de higiene.

Para que a procissão fosse realizada, de acordo com o governo, houve o aporte de R$ 260 mil por meio do Programa Estadual de Incentivo à Cultura. ​

Diferentemente de outras localidades, que geralmente iniciam as celebrações na quinta-feira, a cidade de Goiás possui um tratamento específico sobre o que considera como a Semana Santa. As atividades religiosas tiveram início ainda em março, com missas durante a Quaresma, além de celebrações da Semana dos Passos e Semana das Dores, que antecedem à Semana Santa, e é voltado mais para o público local.


Fonte: Folha de São Paulo

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