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DESACERTO: Pastor não quer logomarca da Assembleia de Deus com pré-candidato


Nelson Luchtenberg negou ser garoto propaganda de pastor Pocidônio

PORTO VELHO, RO - Uma arte anunciando que a Cemaderon (Convenção Estadual dos Ministros das Assembleia de Deus no Estado de Rondônia) e a Assembleia de Deus em Rondônia estavam apresentando o pastor Pocidônio como pré-candidato a deputado federal não agradou membros da própria congregação.

O pastor Nelson Luchtenberg enviou um áudio em um grupo de WhatsApp onde aponta que não é pré-candidato a nenhum cargo eletivo nem garoto propaganda de nenhum outro político.

“Espero que esteja tudo bem, mas estiveram melhor. Quem visualizou nossa conta, se deparou com uma paisagem de susto. Eu quero reafirmar aos irmãos que não sou candidato a deputado federal, que eu não sou propagandista político e que nenhuma pessoa: nem minha esposa e meus filhos estão autorizados a usar meu nome e imagem”.

Publicação de apoio à pré-campanha do pastor Pocidônio não agradou algumas pessoas da Assembleia de Deus - Foto: Divulgação

E segue com o desabafo: “Porque meu nome e minha imagem estão ligados a essas duas marquinhas aí embaixo: Assembleia de Deus e Cemaderon, que são instituições constituídas e apolíticas [sem vínculo político]. Não foi autorizado! Pelo contrário: foi negado! E o candidato que foi aprovado tomou liberdade, não sei nem qual palavra usar, ele com o presidente da convenção, coloca o nome das duas instituições como quem está de fato fazendo isso”.

Confusão

O pastor Nelson é bastante respeitado no meio da Assembleia de Deus. Por isso, demonstra indignação com o uso incorreto de sua imagem envolvendo uma futura campanha eleitoral.

“De fato aprovamos, temos interesse, mas nosso nome, nossa marca não é objeto de campanha. Quem vai fazer campanha é ele [pastor Pocidônio]. Estou informando aos irmãos que está reprovada esta atitude. Não gostei, estou chateado e não quero que os irmãos propaguem isso. E que digam: pastor Nelson já subiu na figueira”.

Nelson pontua os erros cometidos na divulgação e vinculação da sua imagem com o pastor Pocidônio.

“O pastor não tinha autorização para fazer isso. A lei de imagem hoje é severíssima. Claro que não vou usar contra meu companheiro. Mas se insistir desse jeito, não o tenho como companheiro. E se tiver retaliação na campanha, não tem minha defesa. Já entendi que meu irmão tem pouco preparo para fazer esse tipo de negócio”, falou Luchtenberg.

E segue destacando: “Se alguém reclamar que a convenção e a igreja [fizeram isso], afirme com todas as letras: foi decisão pessoal do pastor Pocidônio em publicar ato tratado em particular, onde foi negado o ato de tal publicidade. Fico muito triste e não sei como ele vai arrumar essa questão. Mas Deus pode usar de compaixão para não trazer um grave prejuízo pra campanha que nem começou ainda”.


Fonte: Rondoniaovivo

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