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Quem são os aliados da Rússia e da Ucrânia na guerra: resumo

Quem são os aliados da Rússia e da Ucrânia na guerra? A BBC News Brasil traz aqui um breve resumo sobre as principais parcerias que emolduram o atual conflito. Clique nos links destacados para se aprofundar nos temas.


PORTO VELHO, RO - Desde que Moscou deu início à invasão, os mais vocais - e mais poderosos - aliados do governo do presidente Volodymyr Zelensky têm sido os Estados Unidos e a União Europeia. Outros países membros da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) e algumas nações vizinhas à Ucrânia também têm demonstrado apoio.


A União Europeia está enviando armamentos para uma nação em guerra pela primeira vez em sua história. Além disso, EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Holanda, Bélgica, Portugal, Itália, Espanha, Grécia, República Tcheca, Polônia, Romênia, Canadá, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Noruega, Croácia e Eslovênia também forneceram algum tipo de ajuda militar. Israel e Austrália, que não são membros da UE ou da Otan, mas atuam como aliados, também estão entre os que prometeram auxílio.

O amparo à Ucrânia também foi manifestado nas vias diplomáticas, por meio de declarações oficiais e votos para condenar a ação militar do Kremlin nas Nações Unidas. A imposição de um conjunto sem precedentes de sanções financeiras contra a Rússia também é uma forma de demonstrar apoio, assim como o acolhimento dos refugiados por países vizinhos como Polônia e Romênia - segundo a ONU, mais de 3 milhões de pessoas fugiram do país desde o início da invasão em 24 de fevereiro.




A Ucrânia vem resistindo à invasão - mas com alto custo de vidas de civis e militares, segundo o seu próprio presidente


Mas nem todos os países repudiam a iniciativa de Vladimir Putin. Alguns líderes manifestaram apoio direto à Moscou. É o caso de Belarus, nação localizada entre a Rússia e a Ucrânia e que disponibilizou seu território como ponto de partida para parte da invasão executada pelo Kremlin. Síria, Venezuela, Cuba e Nicarágua também se posicionaram como aliados de Vladimir Putin ao classificarem suas demandas no conflito e preocupações com a segurança nacional russa como legítimas em declarações públicas.

Já a China tem adotado uma postura mais ambígua. Ao mesmo tempo em que demonstra proximidade e condena as sanções financeiras aplicadas contra Moscou, Pequim também já chegou a pedir em alguns momentos a diminuição das tensões e até se ofereceu para enviar ajuda humanitária à Ucrânia.


E da mesma forma que os parceiros da Ucrânia, as nações que estão apoiando a Rússia também respaldaram os seus interesses em votações nas Nações Unidas. Enquanto Belarus, Coreia do Norte, Eritreia e Síria votaram contra a resolução que condena as ações de Moscou, países como a China, a Índia, o Irã, El Salvador e a Bolívia se abstiveram.


E qual é a postura do Brasil sobre invasão russa à Ucrãnia? De um lado, o presidente Jair Bolsonaro evita condenar as ações de Putin e diz que a posição do Brasil é de "neutralidade". Por outro, a diplomacia do país vem votando contra a Rússia em fóruns da ONU. 


Fonte: BBC News Brasil

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