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Programas de iluminação pública seguem avançando em Porto Velho mesmo com período chuvoso


Diversas vias da capital já foram contempladas com os programas Proled e Proluz

PORTO VELHO, RO - Buscando a redução de custos com a iluminação pública e a modernização do sistema elétrico, a Prefeitura de Porto Velho vem promovendo a troca de luminárias comuns por luminárias de LED nas principais ruas e avenidas da capital. A ação faz parte do Programa de Eficiência Energética (Proled) coordenado pela Empresa de Desenvolvimento Urbano (Emdur).

Desde setembro de 2021, data de lançamento do programa, o município já investiu mais de R$ 2,5 milhões em equipamentos tecnológicos de maior durabilidade e eficiência em luminosidade.

De acordo com a Emdur, cerca de 700 substituições já foram feitas nas avenidas José Amador dos Reis, Lauro Sodré, Calama, Carlos Gomes, Tiradentes, Jatuarana, Pinheiro Machado, e nas ruas Cipriano Gurgel e Venezuela. A rua Abunã será a próxima via a ser contemplada.


Município prioriza luminárias de led nas principais vias da cidade

Outra ação de iluminação pública do município é o Programa de Iluminação Pública Rural (Proluz), que atende a pequenas comunidades que compõem os distritos de Porto Velho. Ao todo, 12 comunidades já receberam as equipes da Emdur para a implantação da nova rede de iluminação. São elas: Comunidade de São Sebastião, Ramal Três Piquiás, Setor Chacareiro, Ramal Bom Jesus, Comunidade Água Azul, Setor Chacareiro (zona Leste), Comunidade Terra Prometida, Ramal Traíra, Mina Linda, KM 13,5 e 17, e Agro Verde.

“Além da modernização do sistema de iluminação, outro ponto bastante favorável do Proled e do Proluz é o consumo de energia que tende a diminuir mais ainda conforme os serviços vão sendo realizados, o que acaba refletindo diretamente na economia da verba pública e dos cidadãos que pagam a taxa para manter os serviços de iluminação”, destaca Gustavo Beltrame, presidente da Emdur.

Um dos principais desafios que as equipes enfrentam está intimamente ligado ao período chuvoso na região amazônica que, conforme a Norma Regulamentadora Nº 10, determinada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), impossibilita o desenvolvimento dos trabalhos por conta dos riscos que a rede elétrica oferece aos eletricistas.

Texto: Carlos Sabino
Foto: Emdur e Saul Ribeiro
Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

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